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Fórum discute as possibilidades de agronegócio responsável na Amazônia

Data: 19/09/2017

Fórum debateu quatro cadeias produtivas: palma, cacau, pecuária e fruticultura
Foto: ABAG

“O Pará é um estado importantíssimo para o agronegócio brasileiro”. A afirmação é do diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Luiz Cornacchioni, durante o Fórum “Agronegócio Responsável na Amazônia”, realizado ontem em Belém, no Radisson Hotel, e pela primeira vez na região Norte. A ABAG visa buscar o equilíbrio nas cadeias produtivas do agronegócio, de modo a valoriza-las, ressaltando sua fundamental importância para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Ontem, foram debatidas quatro cadeias produtivas: palma, cacau, pecuária e fruticultura.

Luiz Cornacchioni disse que a ABAG promove e divulga o agronegócio brasileiro internamente e no exterior. Ele afirmou que o Pará tem “uma participação importante” nessas cadeias produtivas. “Você tem produtos do agronegócio, oriundos daqui que fazem uma diferença danada. Tem palma, cacau, pecuária e fruticultura. Nossa ideia é sempre levar uma discussão regional dessas cadeias, para ver o que tem de bom, que precisa ser feito. E trouxemos para cá esse fórum para discutir essas cadeias. A ideia nossa é entender esse contexto local. E, a partir dai sim, ver quais ações a gente pode fazer para o crescimento do negócio e para também superar as dificuldades que, às vezes, cada uma dessas cadeias tem”, afirmou.

Luiz Cornacchioni explicou a razão de o Pará ser “um estado importantíssimo” para o agronegócio brasileiro. “Primeiro, porque tem muitas culturas oriundas daqui. O cacau vem crescendo de novo, o que acho muito bom, a palma também é daqui. O Pará tem todas as condições de crescer no agro ou crescer junto com o agronegócio brasileiro, que vem crescendo em uma velocidade muito grande, o que é muito bom para o país, porque tem hoje uma participação muito importante na economia nacional e, também, faz diferença na exportação mundial” afirmou.

Titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Giovanni Queiroz disso que as quatro cadeias produtivas discutidas ontem estão dentro do projeto Pará 2030, do governo do Estado. O secretário também disse o que pode sair de concreto do fórum realizado ontem, que terminou às 13 horas: “A multiplicação do aqui apresentado, da eficiência e da rentabilidade para o produtor, principalmente para o pequeno produtor. Engajado nessas cadeias produtivas, ele pode muito mais renda ter. Que é o que nós desejamos, para tirar da pobreza 30% da nossa população”.

Diretor executivo da Agropalma, Marcello Brito disso que esse é o primeiro fórum da ABAG na região Norte do Brasil. “É de suma importância para que você discuta itens do agronegócio com a academia, com os empresários e com as ONGs. Isso que cria as novas ideias, as novas ações. São fóruns muito importantes para o desenvolvimento do agronegócio responsável aqui na Amazônia”, afirmou. Sobre a Agropalma, ele completou: “Nós mostramos aqui que é possível se fazer uma agricultura responsável, sustentável, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos”.

Fonte: Jornal O Liberal 

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